Corrida maluca
By Soaroir 15/1/08 10:02
"esforço x sonhos"
L esei meus neurônios
E sforcei os meus braços
R ecosto... hoje, no meu cansaço.

quinta-feira, janeiro 17, 2008
terça-feira, janeiro 15, 2008
Poema visual
By: Soaroir
"poesia concreta"
O tempo ido assum ido
O tempo ido carcom ido
O tempo ido gem ido
O tempo ido maldorm ido
O tempo ido oprim ido
O tempo ido presum ido
O tempo ido reassum ido
O tempo ido redim ido
O tempo ido resum ido
O tempo ido suprim ido
O tempo ido tem ido
Sum ido sumido
"poesia concreta"
O tempo ido assum ido
O tempo ido carcom ido
O tempo ido gem ido
O tempo ido maldorm ido
O tempo ido oprim ido
O tempo ido presum ido
O tempo ido reassum ido
O tempo ido redim ido
O tempo ido resum ido
O tempo ido suprim ido
O tempo ido tem ido
Sum ido sumido
Curimba
By Soaroir 11/01/08 - 12:27
P/Poesia on-line do RL "poesia cubista"

Texto original:
Curimba
pés no chão batido
curimba jongo, catira e tambô
atabaques e um tipo de bongô
saia farta e colorida gira
braço para cima o outro na cintura,
sorriso no rosto de improviso,
meia volta, volta e meia santa
então feliz a criatura canta
P/Poesia on-line do RL "poesia cubista"

Texto original:
Curimba
pés no chão batido
curimba jongo, catira e tambô
atabaques e um tipo de bongô
saia farta e colorida gira
braço para cima o outro na cintura,
sorriso no rosto de improviso,
meia volta, volta e meia santa
então feliz a criatura canta
Prisão de ventre
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Sobre Recomeço
sábado, janeiro 12, 2008
Cubismo consciente
Curimba
By: Soaroir Maria de Campos
Jan. 11/2008

Pablo Picasso
Cubismo consciente
By: Soaroir Jan.12/2008
minhas fragmentadas poesias
respeitam a arte, não dão as costas
à poesia aristocrata renegada
aos cultos da Academia.
minhas poesias são como se houvesse nada
antes das semelhanças imitadas;
realçando a dignidade e a beleza,
mesmo entre as tristezas,
minhas poesias vêm com a força de exércitos
na defesa da obra que a vida prima
em minha anuviada realidade.
Soaroir
Publicado no Recanto das Letras em 12/01/2008
Código do texto: T813827
By: Soaroir Maria de Campos
Jan. 11/2008

Pablo Picasso
Cubismo consciente
By: Soaroir Jan.12/2008
minhas fragmentadas poesias
respeitam a arte, não dão as costas
à poesia aristocrata renegada
aos cultos da Academia.
minhas poesias são como se houvesse nada
antes das semelhanças imitadas;
realçando a dignidade e a beleza,
mesmo entre as tristezas,
minhas poesias vêm com a força de exércitos
na defesa da obra que a vida prima
em minha anuviada realidade.
Soaroir
Publicado no Recanto das Letras em 12/01/2008
Código do texto: T813827
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Quadrívio
By: Soaroir Jan. 09/08 13:18
"entre dois amores"

meu amor é todo do Johnny
mas quem me ama é Alfredo
pra ajudar neste arremedo
aceitei aconchegos do Tony
que am'a rica Clarice
- fique com ele, ela me disse:
estou me casando com o Johnny...
voltei então para Alfredo
que já se casara com Angela
sobejo de um outro enredo.
"entre dois amores"

meu amor é todo do Johnny
mas quem me ama é Alfredo
pra ajudar neste arremedo
aceitei aconchegos do Tony
que am'a rica Clarice
- fique com ele, ela me disse:
estou me casando com o Johnny...
voltei então para Alfredo
que já se casara com Angela
sobejo de um outro enredo.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Recobrando a lucidez
By Soaroir 08/01/08 13:27
"Queres que te diga o que penso,
Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos,
Cegos que vêem, cegos que, vendo, não vêem" - Saramago

Guernica - Picasso
193 para o estatelado
Sirene estridente abrindo caminho
Está lá mais um corpo estendido
Caído do andaime no vão
Sobre o cimento ainda mole
Um corpo fraco de uma vida dura
Estatelado jaz no chão
Entre argamassas e estacas
De mais uma fundação
É cruel morrer assim
Trabalhando para viver
Enquanto em frente sem emoção
Outro joão escafandra
No lixo sua refeição
Escarafunchando restos para não morrer
É cruel viver assim.
"Queres que te diga o que penso,
Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos,
Cegos que vêem, cegos que, vendo, não vêem" - Saramago

Guernica - Picasso
193 para o estatelado
Sirene estridente abrindo caminho
Está lá mais um corpo estendido
Caído do andaime no vão
Sobre o cimento ainda mole
Um corpo fraco de uma vida dura
Estatelado jaz no chão
Entre argamassas e estacas
De mais uma fundação
É cruel morrer assim
Trabalhando para viver
Enquanto em frente sem emoção
Outro joão escafandra
No lixo sua refeição
Escarafunchando restos para não morrer
É cruel viver assim.
Sobre nostalgia
By: Soaroir 07/01/08 - 9:55
"nostalgia"
Saudade, depressão, nostalgia
El mal de corazón...
Mais ataca na maturidade
Quando derrotas já se teve
E para essa tal retrofilia
Remédio é retornar à casa
Ou curtir a epidemia
À qual o mundo todo jaza.
"nostalgia"
Saudade, depressão, nostalgia
El mal de corazón...
Mais ataca na maturidade
Quando derrotas já se teve
E para essa tal retrofilia
Remédio é retornar à casa
Ou curtir a epidemia
À qual o mundo todo jaza.
domingo, janeiro 06, 2008
Sua majestade,o livro
By: Soaroir 06/01/08 13:58
"OS REIS (RAINHAS) EM NOSSAS VIDAS, QUEM FORAM (OU SÃO) ( OU SERÃO)"

Igualmente aos demais
Os meus amigos livros
Fugiram todos de mim
Quanto mais eu fui atrás.
Voltam hoje sem convite
Amigos, todos de uma só vez:
Refestelando-se com atraso
Num tempo quase limite.
Do Algave a Pindorama aportam
Unidos a Whitman e a Homero
Exibem de Dante a Neruda
Tudo o que jamais me disseram.
De bom grado eu os recebo
Com deferência trato seus temas
Nos encontros de passagens
Ou coincidentemente nos sebos.
Dentre os instrumentos inventados pelo homem, o mais impressionante é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensões de seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da visão; o telefone uma extensão da voz e finalmente temos o arado e a espada, ambos extensões do braço. O livro, porém, é outra coisa. O livro é uma extensão da memória e da imaginação. O Livro - Jorge Luiz Borges
"OS REIS (RAINHAS) EM NOSSAS VIDAS, QUEM FORAM (OU SÃO) ( OU SERÃO)"

Igualmente aos demais
Os meus amigos livros
Fugiram todos de mim
Quanto mais eu fui atrás.
Voltam hoje sem convite
Amigos, todos de uma só vez:
Refestelando-se com atraso
Num tempo quase limite.
Do Algave a Pindorama aportam
Unidos a Whitman e a Homero
Exibem de Dante a Neruda
Tudo o que jamais me disseram.
De bom grado eu os recebo
Com deferência trato seus temas
Nos encontros de passagens
Ou coincidentemente nos sebos.
Dentre os instrumentos inventados pelo homem, o mais impressionante é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensões de seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da visão; o telefone uma extensão da voz e finalmente temos o arado e a espada, ambos extensões do braço. O livro, porém, é outra coisa. O livro é uma extensão da memória e da imaginação. O Livro - Jorge Luiz Borges
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Em busca do azul
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Ao boi-almiscarado
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Os frutos de minhas vinhas
© Soaroir Maria de Campos
Jan. 01/2008 - 15:18
"que voce espera colher nesse ano"

Fui em busca de sementes
Apropriadas pra meu chão
Até que a terra quisesse
Acolher minha plantação
E neste ano que começa
Vou colher o semeado
Entre as flores e promessas,
Roçadas as ervas daninhas,
Este ano eu colherei
Os frutos de minhas vinhas.
(Dedicado ao(a) meu primeiro(a) neto(a))
Jan. 01/2008 - 15:18
"que voce espera colher nesse ano"

Fui em busca de sementes
Apropriadas pra meu chão
Até que a terra quisesse
Acolher minha plantação
E neste ano que começa
Vou colher o semeado
Entre as flores e promessas,
Roçadas as ervas daninhas,
Este ano eu colherei
Os frutos de minhas vinhas.
(Dedicado ao(a) meu primeiro(a) neto(a))
segunda-feira, dezembro 31, 2007
VERÃO DE 2007 ou POEMA QUENTE
By: Soaroir Maria de Campos
Dez. 31/2007
Verão de 2007
ou
Poema quente
By: Soaroir Maria de Campos
Dez. 31/2007 - 13:09 p/poesia on-line do RL
Acostumado a violência o vento faz silêncio
Armas verdadeiras, de brinquedo ou pra proteção
Afastaram até os ventos de nosso paulistano verão
Aclimado com garoa, chuva fina e brisa boa
No último dia do ano quando toda a cidade escoa
O calor de mais de trinta nos causando prostração
Afasta-nos da cidade deixada à civilização
Pensar fica difícil, até poetar fica sem graça
Brotando há só suor neste calor que não passa
Impossível pensar no futuro meu ou de algum país
Esperarei pelo vento para ouvir o que ele diz
Se nosso verão será todo com esta paragem
Ou se chuvas nos trarão sua refrescante aragem.
Mote:
..."de cantar trovas ao vento que passa pelo seu pais..."
Dez. 31/2007
Verão de 2007
ou
Poema quente
By: Soaroir Maria de Campos
Dez. 31/2007 - 13:09 p/poesia on-line do RL
Acostumado a violência o vento faz silêncio
Armas verdadeiras, de brinquedo ou pra proteção
Afastaram até os ventos de nosso paulistano verão
Aclimado com garoa, chuva fina e brisa boa
No último dia do ano quando toda a cidade escoa
O calor de mais de trinta nos causando prostração
Afasta-nos da cidade deixada à civilização
Pensar fica difícil, até poetar fica sem graça
Brotando há só suor neste calor que não passa
Impossível pensar no futuro meu ou de algum país
Esperarei pelo vento para ouvir o que ele diz
Se nosso verão será todo com esta paragem
Ou se chuvas nos trarão sua refrescante aragem.
Mote:
..."de cantar trovas ao vento que passa pelo seu pais..."
domingo, dezembro 30, 2007
Tela para 2008
© Soaroir Maria de Campos
Dez.30/2007 - 12:14

imagem: webhelper
que triste, um ano se foi! Um ano passado
como sopro quente surgido entre calhaus
despejou-se em nossos corações
preencheu velhas cissuras
esterilizava ninharias douradas
enquanto passava.
vá velho e conhecido ano
feche suas tão relidas páginas
seus remanescentes rabiscos
surpresarão as brancas telas
da obra de arte da vida
que o Ano Novo inicia.
"ESTAMOS DEIXANDO PARA TRÁS UM ANO CHEIO
DE LUTAS E DE VITÓRIAS TAMBÉM. UM NOVO ANO SE
APROXIMA E MUITAS COISAS BOAS PODERÃO ACONTECER.
VAMOS ACREDITAR. ESCREVA TUDO Q QUISER SOBRE
ESTE ANO QUE VAI E SOBRE O ANO QUE VEM.
FELIZ ANO NOVO CHEIO DE ALEGRIA E PAZ"
Dez.30/2007 - 12:14

imagem: webhelper
que triste, um ano se foi! Um ano passado
como sopro quente surgido entre calhaus
despejou-se em nossos corações
preencheu velhas cissuras
esterilizava ninharias douradas
enquanto passava.
vá velho e conhecido ano
feche suas tão relidas páginas
seus remanescentes rabiscos
surpresarão as brancas telas
da obra de arte da vida
que o Ano Novo inicia.
"ESTAMOS DEIXANDO PARA TRÁS UM ANO CHEIO
DE LUTAS E DE VITÓRIAS TAMBÉM. UM NOVO ANO SE
APROXIMA E MUITAS COISAS BOAS PODERÃO ACONTECER.
VAMOS ACREDITAR. ESCREVA TUDO Q QUISER SOBRE
ESTE ANO QUE VAI E SOBRE O ANO QUE VEM.
FELIZ ANO NOVO CHEIO DE ALEGRIA E PAZ"
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