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quinta-feira, agosto 21, 2014

A lua daqui e a lua de lá

Quarto crescente no hemisfério norte





William B.Yeats

13/6/1865 Irlanda - 28/1/1939 França


When You Are Old
BY WILLIAM BUTLER YEATS

When you are old and grey and full of sleep,
And nodding by the fire, take down this book,
And slowly read, and dream of the soft look
Your eyes had once, and of their shadows deep;

How many loved your moments of glad grace,
And loved your beauty with love false or true,
But one man loved the pilgrim soul in you,
And loved the sorrows of your changing face;

And bending down beside the glowing bars,
Murmur, a little sadly, how Love fled
And paced upon the mountains overhead
And hid his face amid a crowd of stars.

Source: The Collected Poems of W. B. Yeats (1989)

domingo, agosto 17, 2014

Poesias da I Guerra Mundial



Entre poemas tocantes este de Rudyard Kipling  a meu ver se destaca. Escrito em 1915 após o desaparecimento do filho John Kipling, durante the Battle of Loos. ¹

Have you news of my boy Jack?”
Not this tide.
“When d’you think that he’ll come back?”
Not with this wind blowing, and this tide.

“Has any one else had word of him?”
Not this tide.
For what is sunk will hardly swim,
Not with this wind blowing, and this tide.

“Oh, dear, what comfort can I find?”
None this tide,
Nor any tide,
Except he did not shame his kind —
Not even with that wind blowing, and that tide.

Then hold your head up all the more,
This tide,
And every tide;
Because he was the son you bore,
And gave to that wind blowing and that tide!

 My Boy Jack é o nome da peça de 1997 escrita por David Haig ator Inglês. Ele examina como a dor afeta Rudyard Kipling e sua família após a morte de seu filho, John (conhecido como Jack), na batalha de Loos em 1915. (fonte wiki)

¹ http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Loos
http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Loos

A Queda das Folhas

The Falling Leaves 
Margaret Postgate Cole ( 1893-1980)

Today, as I rode by,
I saw the brown leaves dropping from their tree
In a still afternoon,
When no wind whirled them whistling to the sky,
But thickly, silently,
They fell, like snowflakes wiping out the noon;
And wandered slowly thence
For thinking of a gallant multitude
Which now all withering lay,
Slain by no wind of age or pestilence,
But in their beauty strewed
Like snowflakes falling on the Flemish clay.


Do livro:" Poems from de First World War" - selected by Gaby Morgan
in association with IWM (Imperial War Museum)

sábado, agosto 16, 2014

Na Casa do Bardo deixei meu nome

Soaroir
Stratford-upon-Avon
Agosto 15/2014

No livro de visitas da casa de Shakespeare deixei meu nome... Quem sabe, um dia...


Arte está em toda parte

Fotos´ Copyright Soaroir
UK-August 16/2014



sexta-feira, agosto 15, 2014

No Berço da Arte

Soaroir
Stratford-upon-Avon
August 15/2014

They said "Grab the bull by the horns", I heard "Grab the bard by the balls".

quinta-feira, agosto 14, 2014

Pax, in ad aeternum



A Lebre Morta

Só eu parei para apreciar esta obra de extraordinário nível de detalhes.
A opacidade do olho sem vida impressiona

Oil on copper
Peeter Snijers 1681 - 1752
Fritzwilliam Museum

domingo, agosto 10, 2014

O Encanto do Parque


A Magia do Parque (first draft) Soaroir 10/8/2014




Olá. Bem vindo ao meu charming parque ou seja, encantado ao final de um sábado inteiro estalando num sol de 30 e um vento de vários nós.

A princípio você poderá sentir alguma dificuldade para descobrir por onde começar a se divertir; pode se sentir meio enfadado por ter que passar por toda a experiência que há mais de 20 anos era um “barato”. - acompanhar suas crianças descobrindo a natureza.

Mas vamos lá. O parque chama-se Thurleigh – pronuncia-se mais ou menos “ Turli” ; em uma fazenda situada no condado de Bedford, Leste da Inglaterra. Distante de casa bem uma hora e dependente de carona, o jeito foi me conformar e esconder os bocejos.

Depois de verem plantas e animais falantes dos cartoons, quem quer saber de ver bodes que só fazem “béééé” e llamas que só cospem?




Eles só pulam! Pensei. Olhar cavalos, cabras, galinhas, coelhos, correr com os gansos... Nada disso. Vamos é andar de trator, entrar no velho carro de bombeiro para ver por onde sai a água...




Jogar golfe? Muito trabalhoso. Escalar paredão e “pula pula” prendem a atenção por alguns instantes, mas logo em seguida saem correndo sem olhar para trás, como se para alcançar o próximo não sei o quê e em velocidade supersônica não mais compatível com o fôlego dos avós.

Troca fralda de um, procura da lixeira própria para jogar cocô;
- Ô, volta aqui, aí não... O outro resolve mijar em público e molha as calças e as sandálias...Troca tudo, ensaca e põem na mochila que pesa mais do que as dos universitários daqui de Cambridge.




Meu deus... Como consegui um dia ter sobrevivido a tudo isso? E por duas vezes distintas...

Com um dos meus filhos, o de 36, relembramos os dias nos parques lá de São Paulo e nossas diversões no Parque Nacional de Itatiaia. Realmente os parques são eternamente mágicos.


Sem revisão

Feliz Dia dos Pais

Ser pai é...
Ver o mundo lá de cima.

Parabéns filho, pelo pai que você é

Photo by Soaroir Agosto/2014
UK - Maize Maze.


quarta-feira, agosto 06, 2014

Sem Tempo pra Odiar

foto by Soaroir Agosto/2014 -
 uk/entrance´s garden Anglesay Abbey


I had no time to Hate --
  Because
  The Grave would hinder Me --
  And Life was not so
  Ample I
  Could finish -- Enmity --
  
  Nor had I time to Love --
  But since
  Some Industry must be --
  The little Toil of Love --
  I thought
  Be large enough for Me --
  ~Emily Dickinson - USA 1830/1886























Para o Ódio nunca tive –
Tempo –
pois que a Morte espreita –
E a vida nunca foi
tanta
Que uma Aversão se acabasse.

Nem tempo tive de Amar –
Ocupar-me
Era preciso –
Do amor o simples Trabalho –
Como achei –
Que Me bastava.
~Ana Luisa Amaral - Lisboa 1956

Alvenaria

Alvenel
De: Soaroir Maria de Campos
SP-SP-Brasil Março 2008


Esta pedra não lavrada
É pra se juntar à areia e cal
Na construção dos arcos
Que cada poeta alevanta.
Infiltrando-se pelos sentidos
Modificaremos os olhares
Do indivíduo às nações
À paz faremos ainda altares.

© Soaroir
(Paz e Poesia)

por Soaroir em 12/03/2008

Código do texto: T897716