
SEGUNDA, OUTUBRO 20, 2008AVISO IMPORTANTEblog temos um site principal! |
Terça-feira, Julho 14, 2009
Domingo, Julho 12, 2009
Vazio de Puro Sangue
Crinas Soltas
Soaroir 11/5/09
tropeamos
da Praça de São Salvador(¹)
sem arreios, argumentos
mapas de direção
cruzamos, o Cruzeiro do sul,
livres burros, e sonsas mulas
e outras feras da liberdade.
até às éguas de bridão
presas dos anfiteatros
vazios de puro sangue
eu...e a alazã -
de crinas soltas...
(um dia eu continuo)
(¹) praça principal de Campos RJ
Mote: A Carruagem da Vida
Adaptação Soaroir:
Pela manhã passa a sacolejante diligência
com seu provocante carregamento.
viçosos e inexperientes pulamos dentro
e sem perceber os solavancos
descemos com as preocupações rua abaixo
ordenando: “Vá em frente”!
ao meio dia, inquietos com os ruídos contínuos
baldeamos os nossos corações matutinos;
enxergamos os extravagantes precipícios
gritando” Vá devagar seu idiota!”
ao entardecer, recolhemos o que foi quebrado;
analisamos todo o trajeto percorrido;
e quando a luz já se foi adormecemos
indagando: “como seria uma hospedaria?"
(inspirado em Alexander Sergeyevitch Pushkin -1799-1837)
Soaroir 11/5/09
tropeamos
da Praça de São Salvador(¹)
sem arreios, argumentos
mapas de direção
cruzamos, o Cruzeiro do sul,
livres burros, e sonsas mulas
e outras feras da liberdade.
até às éguas de bridão
presas dos anfiteatros
vazios de puro sangue
eu...e a alazã -
de crinas soltas...
(um dia eu continuo)
(¹) praça principal de Campos RJ
Mote: A Carruagem da Vida
Adaptação Soaroir:
Pela manhã passa a sacolejante diligência
com seu provocante carregamento.
viçosos e inexperientes pulamos dentro
e sem perceber os solavancos
descemos com as preocupações rua abaixo
ordenando: “Vá em frente”!
ao meio dia, inquietos com os ruídos contínuos
baldeamos os nossos corações matutinos;
enxergamos os extravagantes precipícios
gritando” Vá devagar seu idiota!”
ao entardecer, recolhemos o que foi quebrado;
analisamos todo o trajeto percorrido;
e quando a luz já se foi adormecemos
indagando: “como seria uma hospedaria?"
(inspirado em Alexander Sergeyevitch Pushkin -1799-1837)
Sexta-feira, Julho 10, 2009
A Pizza
by Soaroir
10/7/09
Pizza, até Einstein comia
Dumas enquanto escrevia
Não importava a cobertura
Achavam uma gostosura
Quando bate a preguiça cá
E eu não quero cozinhar
De um delivery lanço mão
Fico longe do fogão
Sem me penitenciar...
(Só com a conta pra expiar).
10/7/09
Pizza, até Einstein comia
Dumas enquanto escrevia
Não importava a cobertura
Achavam uma gostosura
Quando bate a preguiça cá
E eu não quero cozinhar
De um delivery lanço mão
Fico longe do fogão
Sem me penitenciar...
(Só com a conta pra expiar).
Colagem
Soaroir
9/7/09
penso
treino...
amor
tira-teimas
tema
embirras
queima
engasga
goela
estômago
insiste
... é (só) poema...
Mote: "Poema sem tema"
9/7/09
penso
treino...
amor
tira-teimas
tema
embirras
queima
engasga
goela
estômago
insiste
... é (só) poema...
Mote: "Poema sem tema"
Quinta-feira, Julho 09, 2009
Extrato de Olivia
By Soaroir 8/7/09
(“Nous autres, artistes, somes des olives. Pressez-nos."
James Joyce)
(image Net/OliveGrove)

bem cultivada
desde a semeadura
cresceu Olivia Oliveira
admirada formosura
para no fim ser esmagada
extraída toda a essência
depois de ficar madura
no processo... (demorado)
perdeu todo o amargor -
deu luz às lamparinas
e ganhou melhor sabor.
Olivia Oliveira...
das sombras
frutos e engaços
ao extrato...
só proveito -
da semente ao bagaço...
(“Nous autres, artistes, somes des olives. Pressez-nos."
James Joyce)
(image Net/OliveGrove)
bem cultivada
desde a semeadura
cresceu Olivia Oliveira
admirada formosura
para no fim ser esmagada
extraída toda a essência
depois de ficar madura
no processo... (demorado)
perdeu todo o amargor -
deu luz às lamparinas
e ganhou melhor sabor.
Olivia Oliveira...
das sombras
frutos e engaços
ao extrato...
só proveito -
da semente ao bagaço...
Quarta-feira, Julho 08, 2009
A Minuta

by Soaroir 7/7/09
....................................(imagem:net/andreaCarboni)
No meu projeto preliminar
Deixei alguns espaços em branco(no fim)
Só para não borrar o esboço que (eu) fiz
Acaso a minuta eu fosse (de alguma forma) alterar
Mas a vida deu/tem uma outra abordagem
E emendou tudo do seu jeito/(dela)
Não (considerou) viu/(deu tento ao) o meu espaço...
E não é que ela escreveu à/na margem!?
Mote:
"Nossa Vida é Um Rascunho
Que Jamais Conseguiremos
Passar a Limpo." Mario Silva Brito.
Dominação
by Soaroir
6/7/09
..................................."A Lágrima"
Não há lágrima sem motivo
Miúdo ou muito forte...
Choro alto, choro baixo -
Há lágrima pra todo o porte.
Na igreja, na milonga
Na cantiga, na escrita
Moderna ou cafona
A lágrima não se limita
Não há calço nem há peia
Que a assegure um lugar
Ela tem vontade própria
Quando se decide a rolar
Nem se importa com a razão
Se de rir ou de chorar
Tampouco com a cara (feia) -
Na qual ela vai tombar.
Mote: "A Lágrima"
SE UM DIA TIVER QUE ESCOLHER ENTRE UM BEIJO,UM OLHAR E UMA LÁGRIMA. ESCOLHA A LÁGRIMA.
PORQUE O BEIJO É FALSO,O OLHAR É PASSAGEIRO,MAS,A LÁGRIMA POR MAIS TRISTE QUE SEJA É VERDADEIRA.
6/7/09
..................................."A Lágrima"
Não há lágrima sem motivo
Miúdo ou muito forte...
Choro alto, choro baixo -
Há lágrima pra todo o porte.
Na igreja, na milonga
Na cantiga, na escrita
Moderna ou cafona
A lágrima não se limita
Não há calço nem há peia
Que a assegure um lugar
Ela tem vontade própria
Quando se decide a rolar
Nem se importa com a razão
Se de rir ou de chorar
Tampouco com a cara (feia) -
Na qual ela vai tombar.
Mote: "A Lágrima"
SE UM DIA TIVER QUE ESCOLHER ENTRE UM BEIJO,UM OLHAR E UMA LÁGRIMA. ESCOLHA A LÁGRIMA.
PORQUE O BEIJO É FALSO,O OLHAR É PASSAGEIRO,MAS,A LÁGRIMA POR MAIS TRISTE QUE SEJA É VERDADEIRA.
Segunda-feira, Julho 06, 2009
Medos
by Soaroir
5/7/09
...concordo.... Não é por eles...
mas por nós mesmos...
Mote: O MEDO
"O excesso de atenção que temos com o perigo faz, na maioria das vezes, que caíamos nele." (Jean de La Fontaine)
5/7/09
...concordo.... Não é por eles...
mas por nós mesmos...
Mote: O MEDO
"O excesso de atenção que temos com o perigo faz, na maioria das vezes, que caíamos nele." (Jean de La Fontaine)
vela na janela
by Soaroir de Campos
4 de Julho/2009
...........................................................A sombra de minh'alma
A sombra de minh’alma
Tem nova companhia
Às vezes ela se mostra
Junto com a da poesia.
Nessa nova exitância
Mantem seu endereço
Cansou-se ela deveras
Dos meus sombrios tropeços.
Para poder encontrá-la
Acendo uma vela
Debruço na janela
E espero a chegada delas.
Mote: " A SOMBRA DE MINH'ALMA", interpretação
A SOMBRA DE MINH'ALMA"
"A sombra de minh'alma
foge por um ocaso de alfabetos,
névoa de livros
e palavras.
A sombra de minh'alma!
Cheguei à linha onde cessa
a nostalgia,
e a gota de pranto se transforma
em alabastro de espírito.
(A sombra de minh'alma!)
O floco da dor
se acaba,
mas fica a razão e a substância
de meu velho meio-dia de lábios,
de meu velho meio-dia
de olhares.
Um turvo labirinto
de estrelas afumadas
enreda minha ilusão
quase murcha.
A sombra de minh'alma!
E uma alucinação
ordenha-me os olhares.
Vejo a palavra amor
desmoronada.
Rouxinol meu!
Rouxinoul!
Ainda cantas?"
(Federico Garcia Lorca, Madri, Dezembro de 1919)
4 de Julho/2009
...........................................................A sombra de minh'alma
A sombra de minh’alma
Tem nova companhia
Às vezes ela se mostra
Junto com a da poesia.
Nessa nova exitância
Mantem seu endereço
Cansou-se ela deveras
Dos meus sombrios tropeços.
Para poder encontrá-la
Acendo uma vela
Debruço na janela
E espero a chegada delas.
Mote: " A SOMBRA DE MINH'ALMA", interpretação
A SOMBRA DE MINH'ALMA"
"A sombra de minh'alma
foge por um ocaso de alfabetos,
névoa de livros
e palavras.
A sombra de minh'alma!
Cheguei à linha onde cessa
a nostalgia,
e a gota de pranto se transforma
em alabastro de espírito.
(A sombra de minh'alma!)
O floco da dor
se acaba,
mas fica a razão e a substância
de meu velho meio-dia de lábios,
de meu velho meio-dia
de olhares.
Um turvo labirinto
de estrelas afumadas
enreda minha ilusão
quase murcha.
A sombra de minh'alma!
E uma alucinação
ordenha-me os olhares.
Vejo a palavra amor
desmoronada.
Rouxinol meu!
Rouxinoul!
Ainda cantas?"
(Federico Garcia Lorca, Madri, Dezembro de 1919)
sobre liberdade
Soaroir
3/7/09
Liberdade
Entre todos os placebos,
liberdade é o pior remédio
(para um doente)
Soaroir
......liberdade, padrão inato rebuscado
no cativeiro da vida em sociedade
contraditória ao cordão nodoso
do homem com seu substrato -
.............amarradilhos do universo
.................de cada um...
Mote: Liberdade
"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."
Cecília Meireles
(Romanceiro da Inconfidência)
3/7/09
Liberdade
Entre todos os placebos,
liberdade é o pior remédio
(para um doente)
Soaroir
......liberdade, padrão inato rebuscado
no cativeiro da vida em sociedade
contraditória ao cordão nodoso
do homem com seu substrato -
.............amarradilhos do universo
.................de cada um...
Mote: Liberdade
"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."
Cecília Meireles
(Romanceiro da Inconfidência)
o ponto das coisas
Soaroir 2/7/09
afervorado como doce, em tacho
todavia fora do ponto
a calda não dá liga, ou açucara
envidra o cobre
as pás de pau
ostento as colheradas, meu conflito
espelhado ...sobre mesa e tudo
não entendo o desando, refletir
talvez as medidas
minha gastura...
(ignorância)
Mote: "... eu preciso refletir o que a tua palavra não diz..."
(Fragmento da poesia "Para Refletir" de SUNNY LÓRA
em "LUA PERFEITA" pag. 14)
afervorado como doce, em tacho
todavia fora do ponto
a calda não dá liga, ou açucara
envidra o cobre
as pás de pau
ostento as colheradas, meu conflito
espelhado ...sobre mesa e tudo
não entendo o desando, refletir
talvez as medidas
minha gastura...
(ignorância)
Mote: "... eu preciso refletir o que a tua palavra não diz..."
(Fragmento da poesia "Para Refletir" de SUNNY LÓRA
em "LUA PERFEITA" pag. 14)
Vira-face
Soaroir - 01/07/09
sou do tempo do vento solto
e vigor, o do sol e do corpo;
quando o carbono, uma graça,
não se fazia conta com ele,
e consciência era faculdade,
princípio do bom e do certo
em cada homem interior.
Mas tudo já é passado...
que reedito em minha poesia -
desde pisar em verdes gramas,
admirar a fumaça do trem,
a caminho sabe Deus pra onde
até o viver o vento na cara
sem pensar que é (em) desperdício
de eólica energia...
Mote: Mudanças
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre, à margem de nós mesmos." ( Fernando Pessoa )
sou do tempo do vento solto
e vigor, o do sol e do corpo;
quando o carbono, uma graça,
não se fazia conta com ele,
e consciência era faculdade,
princípio do bom e do certo
em cada homem interior.
Mas tudo já é passado...
que reedito em minha poesia -
desde pisar em verdes gramas,
admirar a fumaça do trem,
a caminho sabe Deus pra onde
até o viver o vento na cara
sem pensar que é (em) desperdício
de eólica energia...
Mote: Mudanças
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre, à margem de nós mesmos." ( Fernando Pessoa )
Sobre Atobás e Albatrozes
Soaroir
30/6/09
lealdosos instintos vão à frente do vencer
convencer, o honesto e bravo dom do atobá
eloquentemente, viver só para mergulhar
depois de concentrado, repentino bote
ficar no ar sem bater de asas...
não avoasse o homem na labuta de viver
a luta, se de perder ou de ganhar
sem derrotas este se concentrasse
antes de mergulhar - conspirar
planear, e planar, e planar, como um livre atobá
sobre quaisquer rotas do ser capaz
de lutar, granjear ...contudo...
de longe o melhor, o maior prêmio que há
e a Natureza provém, ao mau
ou o bom albatroz, contidos - só...
no cada um, do homem que respira
.....no condoreirismo...
mote: Lutar e vencer
30/6/09
lealdosos instintos vão à frente do vencer
convencer, o honesto e bravo dom do atobá
eloquentemente, viver só para mergulhar
depois de concentrado, repentino bote
ficar no ar sem bater de asas...
não avoasse o homem na labuta de viver
a luta, se de perder ou de ganhar
sem derrotas este se concentrasse
antes de mergulhar - conspirar
planear, e planar, e planar, como um livre atobá
sobre quaisquer rotas do ser capaz
de lutar, granjear ...contudo...
de longe o melhor, o maior prêmio que há
e a Natureza provém, ao mau
ou o bom albatroz, contidos - só...
no cada um, do homem que respira
.....no condoreirismo...
mote: Lutar e vencer
Domingo, Julho 05, 2009
Legalmente Velha
By Soaroir de Campos
05-07-09
◊ Receber na portaria do prédio uma correspondência ostentando, em negrito, um título, define um status e nos causa muito impacto. Dependendo do nosso momento, colabora, inclusive, para nos situar na realidade.
◊ Do registro de nascimento, passamos pelas cadernetas de escola, cartões de banco, de crédito, até àqueles pendurados no pescoço identificando-nos como “escritora”, nos caracterizando como cidadãos, conquistadores, ativos sujeitos inseridos no contexto de uma sociedade evoluída, os quais exibimos com orgulho.
◊ Com o tempo, os cabelos e os demais acessórios, aqueles vão perdendo a validade. O impressionante é que coincidem com o vencimento do passaporte, da carta de habilitação (CNH) e os utensílios domésticos.
◊ Do banheiro até a área de serviço, tudo começa a ruir. A princípio, muito naturalmente encarado. Os azulejos despencam, o colchão já era, a TV perde o contraste, aquele computador que uma vez fora de última geração e sacrificosamente adquirido no cartão de crédito já não gera memória suficiente para acompanhar a evolução.
◊ Para um moderno fogão que perdeu o acendedor automático não há mais peças para reposição. Igualmente para a lavadora que parou cheia de água e de pratos sujos. E a máquina de lavar então!? Um dia valiosíssima e autêntica White-Westinghouse, se derrama em óleo toda a vez que é obrigada a trabalhar a ponto de sair correndo, patinando pela área afora.
◊ Aí é hora de convocar uns pajés, que não distribuem cartões de visitas (mas que los hai, los hai) para nos benzer juntamente com a casa. Quando assombrosamente toca o interfone, e um jovem porteiro com uma voz regozijante anuncia:
― Dona Fanegundes, acabou de chegar o seu cartão do idoso.
◊ E ao rasgar o envelope, lá está um resumo de tudo, em cores vivas e indubitável fotografia, no último cartão que ostentaremos junto ao da assistência médica e o antigo RG:
05-07-09
◊ Receber na portaria do prédio uma correspondência ostentando, em negrito, um título, define um status e nos causa muito impacto. Dependendo do nosso momento, colabora, inclusive, para nos situar na realidade.
◊ Do registro de nascimento, passamos pelas cadernetas de escola, cartões de banco, de crédito, até àqueles pendurados no pescoço identificando-nos como “escritora”, nos caracterizando como cidadãos, conquistadores, ativos sujeitos inseridos no contexto de uma sociedade evoluída, os quais exibimos com orgulho.
◊ Com o tempo, os cabelos e os demais acessórios, aqueles vão perdendo a validade. O impressionante é que coincidem com o vencimento do passaporte, da carta de habilitação (CNH) e os utensílios domésticos.
◊ Do banheiro até a área de serviço, tudo começa a ruir. A princípio, muito naturalmente encarado. Os azulejos despencam, o colchão já era, a TV perde o contraste, aquele computador que uma vez fora de última geração e sacrificosamente adquirido no cartão de crédito já não gera memória suficiente para acompanhar a evolução.
◊ Para um moderno fogão que perdeu o acendedor automático não há mais peças para reposição. Igualmente para a lavadora que parou cheia de água e de pratos sujos. E a máquina de lavar então!? Um dia valiosíssima e autêntica White-Westinghouse, se derrama em óleo toda a vez que é obrigada a trabalhar a ponto de sair correndo, patinando pela área afora.
◊ Aí é hora de convocar uns pajés, que não distribuem cartões de visitas (mas que los hai, los hai) para nos benzer juntamente com a casa. Quando assombrosamente toca o interfone, e um jovem porteiro com uma voz regozijante anuncia:
― Dona Fanegundes, acabou de chegar o seu cartão do idoso.
◊ E ao rasgar o envelope, lá está um resumo de tudo, em cores vivas e indubitável fotografia, no último cartão que ostentaremos junto ao da assistência médica e o antigo RG:
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
















