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sexta-feira, abril 24, 2015

Mentalista - Comunicação não verbal

Soaroir 24/4/15

(n consigo colocar as fotos lado a lado)






Um dia preparei um vaso ecológico (¹) para semear  minha lavanda inglesa. Enquanto esperava pela  longa germinação, de repente, nasceu um matinho de folhas exuberantes.  Com todo carinho cuidei dele. Ele foi subindo, subindo e saiu pela janela até que esta manhã ao olhar  para fora ela, toda lilás, me agradeceu.

Às vezes temos que cultivar... mesmo o que não entendemos.
                                       

(¹) galão de água descartável sem vazamento.

domingo, abril 19, 2015

Oração


By:Soaroir 29/10/07

Pai
O pão por aqui anda escasso
Santifique o pouco que há
Perdoe-me a tentação
De vir aqui reclamar.
Há filhos mais necessitados
Pra quem suplico o vosso olhar
Os bastardos e os de criação
Também depende de Vós zelar.

(publicado in: Rosa Real)

sexta-feira, abril 17, 2015

Circle of Life

O Circulo da Vida
Soaroir

O que dói não é não ter nada, mas ter lutando tanto para acabar sem nada. Então disfarço. Disfarço tanto, tanto que já não sei mais se o que vivi só sinto...
Eu Soaroir, afirmo...

Abril 17/2015


quinta-feira, abril 16, 2015

Pensando um pouco

Soaroir  16/4/2015

Cada estação da vida é um rascunho aprimorado até a edição final...


quarta-feira, abril 15, 2015

Allegro

Soaroir 15 de Abril, 2015

Para "Antologia Imagem Literatura nº 43"
The Four Seasons

imagem: The Four Seasons/Paul Cézanne


Como tudo que tem vida
segue a rotação da terra
na Primavera  os encantos
Com  mais cor e meno guerra

No Verão cães e rebanhos
sem outra cogitação                    
ou temerem o porvir
se deleitam com a Estação

No girar deste Planeta
nossa vida id orbita
murchando vem o Outono
no espaço em que se habita

Chega o Inverno e seus prazeres
adubando a biosfera (ecosfera)
e no aconchego da lareira
expecta-se a Primavera...

Soaroir 15/4/2015

(a métrica arrumo depois)

sábado, abril 11, 2015

Somos todos Zumbis

Somos todos zumbis seguindo teorias que ninguém teve coragem de contrariar.  Acrescentar às vezes. Basta um olhar desaguerrido, por exemplo, sobre a arte   da era pré-história -  do  paleolítico  - até os nossos dias. Tudo depende da perspectiva de cada um.

imagem/google 2015

sábado, abril 04, 2015

AKROSTICO DE PÁSCOA


FOME
Soaroir 4/4/15

imagem google


P ÃO QUE NOS DAI HOJE
A PROVISIONAI –NOS SEMPRE
S  ENHOR DE TODOS OS TEMPLOS
C UBRA-NOS COM VOSSO MANTO
OH  DEUS DE MISERICÓRDIA...
A MEM

O Futuro


"O futuro tem muitos nomes. Para os fracos é inatingível. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes é a oportunidade. – Victor Hugo"


sexta-feira, abril 03, 2015

Os Mercadores de Peixe

Soaroir 3/4/15

O que saem de tua boca é o que conta.


porto de Gdansk



Deus não vai te castigar por comer carne vermelha 
hoje, Sexta-Feira Santa
se  é isso que Ele hoje te provê...

Não leve tão a sério os mercadores de nossos dias.
Soaroir 3/4/15






Eus antigos

Caras de Soaroir







quinta-feira, abril 02, 2015

A Montanha e o Herói

Soaroir Março/2015


É preciso determinação, coragem
para atravessar os vales sem temer as feras;
escalar as montanhas para atingir o pico.
Só o herói consegue ...
- pena que heróis morram só...

O Vagabundo




“The Wanderer” from 1818 by Caspar David Friedrich – but it captures something of the spirit of the poem.)

https://eardstapa.wordpress.com/the-poem-the-wanderer/

The Wanderer From the Fold


The Wanderer From The Fold
Emily Bronte

How few, of all the hearts that loved,
Are grieving for thee now;
And why should mine to-night be moved
With such a sense of woe?
Too often thus, when left alone,
Where none my thoughts can see,
Comes back a word, a passing tone
From thy strange history.
Sometimes I seem to see thee rise,
A glorious child again;
All virtues beaming from thine eyes
That ever honoured men:
Courage and truth, a generous breast
Where sinless sunshine lay:
A being whose very presence blest
Like gladsome summer-day.
O, fairly spread thy early sail,
And fresh, and pure, and free,
Was the first impulse of the gale
Which urged life's wave for thee!
Why did the pilot, too confiding,
Dream o'er that ocean's foam,
And trust in Pleasure's careless guiding
To bring his vessel home?
For well he knew what dangers frowned,
What mists would gather, dim;
What rocks and shelves, and sands lay round
Between his port and him.
The very brightness of the sun
The splendour of the main,
The wind which bore him wildly on
Should not have warned in vain.
An anxious gazer from the shore--
I marked the whitening wave,
And wept above thy fate the more
Because--I could not save.
It recks not now, when all is over:
But yet my heart will be
A mourner still, though friend and lover
Have both forgotten thee!