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terça-feira, março 23, 2010

Tu, Poesia

Soaroir
23/3/10






imagem/google/altoladeira


Como podes dizer que não te apreço?

A fuga pertinaz de alguns momentos

Não é de ti, mas em mim que esmoreço

Em tuas rimas - o meu árduo sofrimento.

Como vou de teus versos esquecer?

Se neles derramas teu dom mais puro

Consciente ou mesmo sem perceber

De aliviar a escalada de meus muros...


Mote:
"A sua poesia alivia a minha vida árdua."


 Rima de Vida
(Oswaldo Antônio Begiato)

Que a poesia atrevida
encha sua vida vívida
até a boca
e se derrame toda ávida,
inundando a minha vida
lívida.

É que minha vida lívida,
cheia de si mesma
e tão pouca,
sem nenhuma dádiva,
é irmã siamesa da sua;
vívida.

Derrame sua poesia divina
nessa minha vida,
tão plena de dúvida,
e sejamos rima de(vida):
- Eu e você, para sempre;
faça sol, faça chuva
!"


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