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quinta-feira, outubro 26, 2006

Coração de Poeta


Coração de Poeta
às vezes bobo
noutras teimoso
se mete-se a atleta
acaba no banco de reserva
tempo em que se aquieta
pra enroupar o que lhe enerva
não se emenda o coitado
repete, faz tudo de novo
recomeça cantando pro sol
depois poetando pras flores
vai de rolinha a rouxinol
platéia de insanos supores.
munido de lira e harpa
volta o tolo e puro bardo
retoma sua dita escarpa
sem compaixão ou retardo.

© de Soaroir Maria de Campos – 25/10/06

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