20/11/07 14:04 "Correr riscos"

Eu, o que escreve, declaro ter vivido
o suficiente para testemunhar
o dia em que a minha cidade parou de funcionar
para celebrar misericórdia devida por cáftens
e escravagens desmedidas em tempos
em que não estávamos por lá.
Eu, o que escreve, assumo a teoria concreta
de que mesmo quem não for poeta enxerga
defasagem no ridículo da “mea culpa”
neste panteão maquiavélico.
Nota: Ifá não é Orixa, mas ser intermediário entre céu e terra.
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