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segunda-feira, novembro 02, 2009

psicopoesia

sem título
Soaroir 31/10/09

por favor me deixem
como se deixa um moribundo
um condenado à morte
dizer a última oração.
permitam-me
baforar minhas fumaças
tragar meus sons bizarros
sem pausas ou intervalos;
esqueçam se sou assassina
do verbo, do metro e da rima
eu sigo o ritmo da forca
das almas atormentadas.

Um comentário:

Contra o Espelho disse...

maravilhosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa