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sábado, abril 07, 2012

Proost

Deguste com moderação


Ontem, como no Oriente já era Sábado, abri uma cerveja e daí comecei a analisar a partir de quando a nossa cerveja se tornou tão insossa. Ainda me lembro de quando se podia escolher entre uma regular ou sazonal e o conteúdo de uma garrafa era mais do que suficiente à degustação. Tenho minhas suspeitas, mas como não sou especialista no assunto não arriscarei.
 Historicamente a cerveja já era conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios desde pelo menos 4 000 a.C. Contam que já no Código de Hamurabi, rei da Babilônia, constavam leis para a fabricação, comercialização e consumo da cerveja, relacionando direitos dos clientes e deveres dos cervejeiros. Por aqui temos o decreto N.2.314 que regulamenta a Lei 8.918 que dispõe sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção, a produção e a fiscalização das fermentadas, onde no § Único diz que: Fica proibido o uso de aromatizantes, flavorizantes e corantes artificiais na elaboração da cerveja.  

Soube que as características da cerveja, como tipo, sabor e cor, variam de acordo com os ingredientes e o local de fabricação, mas as nossas parecem ser fabricadas exclusivamente para aumento constante do consumo como quando os desavisados e insatisfeitos caem na armadilha de irem noites a fio misturando à cerveja vodkas  baratas e açucaradas pingas.
A não ser que seja uma Redale, Golden ou Stout,  artesanalmente fabricadas em Campos do Jordão, as demais que conheço fabricadas por aqui  são  todas igualmente desenxabidas. Mata a sede no primeiro gole depois, o empacho mata o resto.

Um site esperto para se deliciar com os vários tipos de cerveja é o Cervejando.com. Lá se encontra a história da cerveja no Brasil. Deguste com moderação e boa Páscoa.
Soaroir de Campos
Sábado de Aleluia
Abril 7/2012

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